26/02/2022 às 12:55h
Em um ano, unidade que apura crimes informáticos já recuperou mais de R$ 1 milhão tomados em golpes de estelionato

Assessoria | Polícia Civil-MT

Mais de R$ 64 mil em valores subtraídos de três vítimas de golpes de estelionato, cometidos pela internet, foram recuperados nesta semana pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).

As diligências da DRCI foram realizadas em apoio a outras unidades policiais da Capital e do interior do estado e contou com a parceria de setores de prevenção a fraudes das instituições financeiras.

Na primeira ação, em conjunto com a Delegacia de Pontes e Lacerda, foram recuperados por meio de bloqueio bancário o valor de R$ 9,3 mil, após a ocorrência ter sido registrada na segunda-feira (21.02).

A vítima de 40 anos relatou ter caído em um golpe e depositou, na conta indicada pelo suspeito, a quantia de R$ 13 mil. No entanto, após comprovação da prática criminosa de estelionato, foi bloqueada parte do valor subtraído.

Em outra situação, a DRCI conseguiu recuperar quase R$ 49 mil de um idoso de 65 anos, da cidade de Canarana, nesta quinta-feira (24.02). Ele contou que estava tendo uma conversa íntima com uma mulher pelo celular e um golpista entrou em contato e ameaçou expor o idoso, caso não fosse pago o valor de R$ 190 mil. Diante Da extorsão, a vítima realizou várias transferências bancárias para as contas-correntes informadas pelo suspeito. O bloqueio do valor de quase R$ 49 mil contou com apoio dos setores de prevenção dos Bancos C6, Nubank e da empresa Pagseguro.

Já o terceiro crime foi registrado em Cuiabá, contra uma idosa de 75 anos. A vítima recebeu ligação de um número desconhecido, dizendo que era sua filha e pediu para que agendasse seu novo telefone.

No dia seguinte, a mesma pessoa retornou pelo aplicativo WhatsApp dizendo que precisava de dinheiro emprestado, e que logo devolveria o valor. Então, a idosa fez um depósito no valor pedido. Passado certo tempo, o golpista entrou em contato solicitando mais dinheiro e somente depois a vítima percebeu que havia caído no golpe.

Conforme o delegado Ruy Guilherme Peral da Silva, em pouco mais de um ano, a DRCI recuperou mais de R$ 1 milhão em valores das vítimas de estelionato aplicado por meio eletrônico.

“Esse trabalho somente foi possível com ações em conjunto com setores de prevenção a fraudes dos bancos e cooperativas parceiras”, destacou Ruy Guilherme.

Entre as instituições que colaboraram com as investigações da DRCI estão o Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica, Itaú, Santander, Mercantil, Nubank, Inter, BMG, BRB,C6, Stone, Banco Cora, Pagseguro, Mercado Pago, Neon, Banco Pan, Original, Votorantim, Ebanx, BS2, BTG Pactual, Sofisa, Bari, Banqi, Dock, Dotz, Picpay, cooperativas Sicredi e Sicco. 

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