13/04/2021 às 09:02h
Saúde alerta que 1,5 milhão de pessoas deixaram de tomar 2ª dose de vacina contra Covid

Ministério da Saúde alertou hoje (13) que 1,5 milhão de pessoas deixaram de tomar a segunda dose da vacina contra Covid-19 dentro do prazo previsto após terem sido imunizadas pela primeira vez, colocando em risco a eficácia completa da imunização.

Até agora, 21.203.805 milhões de pessoas tomaram a primeira dose de vacina, o equivalente a 10% da população© Pilar Olivares/Reuters Até agora, 21.203.805 milhões de pessoas tomaram a primeira dose de vacina, o equivalente a 10% da população

De acordo com o Ministério, um levantamento está sendo feito com os estados para que as secretarias estaduais possam agir para encontrar essas pessoas que ainda não se vacinaram pela segunda vez. A orientação do Ministério é que, mesmo que a data prevista tenha passado, as pessoas procurem os postos para tomar a segunda dose, que garante a imunização completa.

“Destaco aqui que, mesmo que vença o prazo, a recomendação do PNI (Programa Nacional de Imunizações) é que elas completem o esquema. Então, quem atrasou e não conseguiu ir com 28 dias de intervalo da CoronaVac, ou aquelas que não conseguiram ir com 84 dias da vacina AstraZeneca, devem comparecer para completar o esquema”, disse a coordenadora do PNI, Francieli Fantinato, em conversa com jornalistas.

Até esse momento, de acordo com dados de acompanhamento do Ministério, 21.203.805 milhões de pessoas tomaram a primeira dose de vacina, o equivalente a 10% da população, mas apenas 6.411.521 receberam a segunda dose, o que representa 3% do total.

Das doses aplicadas, 83,2% foram da vacina CoronaVac, da chinesa Sinovac e envasada no Brasil pelo Instituto Butantan. Nesse caso, a segunda dose precisa ser tomada entre 21 e 28 dias depois da primeira, um intervalo mais curto que a outra vacina usada no Brasil, a da AstraZeneca, cujo tempo de intervalo é de quase três meses.

O Ministério da Saúde afirmou ainda que está tentando antecipar a entrega de doses contratadas para o segundo semestre, privilegiando aquelas já aprovadas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

“O Ministério tem reforçado o diálogo com países produtores de vacinas e do IFA (Ingrediente Farmacêutico Ativo), a fim de reforçar o PNI até que o Brasil seja autossuficiente na produção desses insumos”, afirmou. (Com Reuters)

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