11/11/2019 às 03:32h
Emenda para VLT é de R$ 700 milhões
VLT é de R$ 700 milhões

O senador Jayme Campos (DEM), que assina juntamente com o deputado Emanuel Pinheiro Neto (PTB) entre outros parlamentares federais, emenda no Plano Plurianual 2020/2024, no valor de R$ 790 milhões para conclusão do Veiculo Leve Sobre Trilhos (VLT), voltou a cobrar dos governos federal e de Mato Grosso uma solução para o impasse.

 

De posse de estudos técnicos apresentados no Seminário Folha de São Paulo, sobre mobilidade e inovação, Jayme Campos sinalizou que os mesmos demonstram que o custo socioeconômico da “imobilidade” urbana no Brasil, (o que atinge ao aglomerado Cuiabá/Várzea Grande, as duas principais cidades de Mato Grosso), cresceu 7% em um ano e se aproxima de meio trilhão de reais.

 

“Só o tempo em que as pessoas gastam no deslocamento entre casa-trabalho-casa resulta em um prejuízo de mais de R$ 111 bilhões, recursos mais do que suficiente para iniciar as transformações necessárias em termos de mobilidade urbana”, disse Jayme Campos.

 

Ele disse ainda que irá solicitar os estudos apresentados pela Associação Nacional de Transportes Públicos que demonstram que o gasto com transporte já pesa mais no bolso das famílias brasileiras do que as despesas com alimentação. Não é só: no Brasil, crescem também as perdas globais com falta de planejamento urbano, ausência de políticas públicas adequadas e horas perdidas nos deslocamentos.

 

Jayme Campos explicou que o relatório aponta que o custo socioeconômico da mobilidade urbana foi estimado em R$ 483,3 bilhões anuais, um valor 7% maior se comparado com o ano anterior. “Estes dados são de 2016, então, tenho certeza de que estes valores já são maiores, pressionados por aumento de passagens de transportes coletivos e falta de investimentos”, disse o senador por Mato Grosso lembrando que a situação é tão critica que no ano de 2020, o governo federal prevê investimentos de R$ 19 bilhões, ou seja, nada comparado com a necessidade.

 

“Compreendo que existem outras prioridades imediatas, mas precisamos destravar. Ou retomamos o VLT ou partimos para outro modal, o que não pode ficar é Cuiabá e Várzea Grande, além de sua população padecendo com um transporte coletivo ineficiente e oneroso para as famílias de trabalhadores”, disse o senador.

 

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