17/10/2019 às 01:26h
Síndrome de burnout: de quem é a culpa?

O esgotamento associado ao trabalho atingiu proporções epidêmicas. Neste episódio apoiado pela Bayer, contamos o porquê e o que fazer diante disso


Varrida para debaixo dos carpetes dos escritórios por anos, a síndrome de burnout finalmente ganhou os holofotes. De um lado, personalidades como a jornalista Izabella Camargo encararam de frente o esgotamento físico e mental associado ao trabalho. Do outro, o próprio número de brasileiros com esse quadro chamou a atenção: uma a cada três pessoas com um emprego no nosso país já sentiram na pele essa exaustão intensa e contínua. Mas o que está por trás dessa aparente epidemia? Qual a responsabilidade das empresas e qual a dos funcionários na prevenção do problema? E por que tantos profissionais de saúde sofrem com o burnout? Este é o tema do podcast Detetives da SAÚDE (que você pode ouvir logo abaixo).

Ao longo do episódio, o psiquiatra Daniel Barros, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, em São Paulo, define o que realmente é a síndrome de burnout. Não, ela não é corpo mole ou frescura – tampouco aquele cansaço que você sente no fim do expediente. “Trata-se de um desencontro entre o trabalhador e o trabalho com repercussões que podem ser sérias”, contextualizou Barros.

Os métodos de prevenção do burnout, assim como as formas de controlá-lo, merecem um capítulo à parte no episódio. E com direito a participação especial do médico João Silvestre da Silva-Junior, professor de Medicina do Trabalho do Centro Universitário São Camilo. Ele coloca pontos importantes para as empresas implementarem em nome do bem-estar e da produtividade da equipe. “Cuidar do trabalhador é lucrativo”, afirmou Barros.


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