28/06/2019 às 01:09h
Programa aponta principais causas de mortes no trânsito
Jornalista Jonas Jozino | 

A Semob vem efetivando iniciativas exclusivas para este público, como o programa Pilotagem Consciente, que oferece palestras aos condutores













Representantes do Ministério da Saúde, da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) e Secretaria de Saúde (SMS), se reuniram na quarta-feira (26), em Cuiabá, para alinhar as ações do Projeto Vida no Trânsito. No encontro, os gestores fizeram um balanço das ações adotadas desde 2013 para a redução da mortalidade nas vias do Município.

De acordo com a secretária adjunta de Mobilidade Urbana, Luciana Zamproni, na Capital foram identificados três fatores críticos quando se trata de mortalidade no trânsito: as altas taxas de acidentes envolvendo motociclistas, consumo de bebida alcoólica e alta velocidade.

Em função disso, a Semob vem efetivando iniciativas exclusivas para este público, como o programa Pilotagem Consciente, que oferece palestras em empresas e aulas práticas aos condutores. “Isso foi diagnosticado em 2017 e desde então, temos feito um trabalho para reduzir os óbitos. Já começamos a observar resultados, principalmente nas vias onde temos radares”, diz.

Vale destacar ainda os programas “Agente Mirim”, que aborda as leis de trânsito e os benefícios que ela traz para o dia a dia junto às crianças, e o “Faixa Cidadã”, que estimula o pedestre a atravessar com segurança na faixa. “O nosso Placar da vida registrou 34 dias sem mortes. O período coincide com o Maio Amarelo, quando intensificamos os trabalhos de conscientização para a paz no trânsito”, destaca.

O Vida no Trânsito foi criado em resposta aos desafios da Organização das Nações Unidas (ONU) para a Década de Ações pela Segurança no Trânsito 2011 – 2020.

O projeto envolve a elaboração de um plano de ações integradas e intersetoriais de segurança no trânsito e execução das intervenções intersetoriais e integradas. Assim, são feitas periodicamente análises de fatores de risco, condutas inadequadas dos usuários do trânsito, fatores contributivos e grupos de vítimas.

Para isso, em Mato Grosso, a ação conta com a parceria de órgãos como a Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran), Detran, Perícia Oficial de Identificação Técnica (Politec), Polícia Militar (PM), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Secretaria de Estado de Saúde, além das secretarias municipais de Mobilidade Urbana e Saúde.

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