22/05/2019 às 01:01h
Polícia prende bandidos que gravaram vídeo decapitando cabeça de rival
Redação 24 Horas News 

Polícia ainda não localizou nenhum um corpo e suspeita que o corpo pode ter sido jogado dentro do Rio Acre. O Corpo de Bombeiros faz buscas desde segunda-feira (20).

Um vídeo de uma decapitação, divulgado nas redes sociais neste fim de semana, mobilizou as forças de Segurança em Rio Branco. Nesta terça-feira (21), a Polícia Civil diz que as imagens de um homem sendo degolado de forma brutal foram gravadas no Segundo Distrito de Rio Branco e acabaram viralizando.

A vítima, segundo a polícia, foi identificada como Raimundo Lacerda do Nascimento. Três pessoas foram presas suspeitas pelo crime e um menor apreendido. São eles: Arlys Almeida, mais conhecido como Pepe; Emerson Saraiva, chamado de italiano e Adriana Silveira.

Representantes da Segurança Pública do estado fizeram uma coletiva para falar das investigações e apresentar os suspeitos.

Mas a polícia ainda não achou nenhum corpo, mas suspeita que a vítima tenha sido jogado dentro do Rio Acre. O Corpo de Bombeiros faz buscas desde segunda-feira (20).

“No dia 18 de maio, o Sistema de Segurança foi informado do vídeo que estava circulando sobre um possível homicídio, com características graves e traumáticas, dada a forma da execução. As investigações foram desencadeadas no sentido de identificar primeiro se a informação é verídica e quem seriam os supostos autores e a motivação do referido delito”, informou o secretário de segurança, coronel Paulo Cézar Santos.

Sobre os outros vídeos que acabaram sendo divulgados, o secretário disse que não são verdadeiros. “Nós tivemos apenas um registro e os demais não são verdadeiros, são outros fatos que ocorreram em outros momentos e não sabemos se são do Acre”, pontua.

O delegado Roberth Alencar, um dos responsáveis pelas investigações, disse que o vídeo foi gravado na região do Bairro Taquari. Durante as prisões dos possíveis suspeitos, o delegado ainda informou que foram encontradas evidências do vídeo em aparelhos celulares.

“A investigação começa com todas as possibilidades, com coletas de imagens e informações e as equipes seguiram para a região onde ele morava. Nos celulares dos suspeitos foram encontradas evidências do vídeo, que identificam o possível local do crime”, disse Alencar.

 

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