18/12/2018 às 09:15h
Selma Arruda se articula e busca compor Comissão de Constituição e Justiça no Senado

Marcus Vaillant

Marcus Vaillant

Senadora eleita Selma Arruda (PSL) já planeja como atuará após tomar posse no Senado em 2019. A juíza aposentada pretende compor 3 comissões permanentes da Casa: Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) e Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA), sendo que a CCJ é uma das mais disputadas entre os parlamentares.

 

Isso porque as vagas (27 titulares e 27 suplentes) são preenchidas de forma proporcional, de acordo com a representação dos partidos ou blocos parlamentares. Além disso, ainda é preciso contar com a indicação dos líderes das legendas e aprovação do presidente da Casa. 

Sabendo das etapas que deve seguir, Selma Arruda afirma que tem se articulado com outros senadores de 1ª legislatura e de seu partido. “Já estamos reunidos, os senadores eleitos, no sentido de encontrar, de cada um se encaixar melhor naquilo que tem mais identidade. Já fiz inscrição em algumas comissões, vamos ver agora como será no Senado porque é um pouco diferente da Câmara, depende do tamanho do partido. Estamos tentando construir um bloco que dê essa envergadura pra que a gente consiga compor comissões importantes”, disse nesta segunda-feira (17), ao ser diplomada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE/MT).

 

Além de Selma Arruda, o PSL também elegeu Major Olímpio (SP), Flávio Bolsonaro (RJ) e Soraya Thronicke (MS) para a próxima legislatura do Senado. Até então, o partido não contava com representação. 

Para Selma, sua participação nas comissões de Constituição e Justiça, Desenvolvimento Regional e Turismo e Agricultura e Reforma Agrária é importante porque nesses espaços são debatidas questões que envolvem a realidade local. “Eu penso que são os pilares em que mais a gente consegue trazer benefícios pra Mato Grosso”.

 

Com essa perspectiva, a senadora afirma ainda que não fará “nenhum tipo de oposição ou bloqueio” ao governador eleito Mauro Mendes (DEM), por quem afirma nutrir “simpatia” e destacou que buscará trabalhar de forma conjunta com os senadores Wellington Fagundes (PR) e Jayme Campos (DEM) com o propósito de ajudar o Estado. “Temos que trabalhar unidos”, disse.

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