02/03/2018 às 03:09h
DEM pode romper com Taques e tem cacife para disputar qualquer cargo, diz Jayme

Celly Silva/GD


Parte da base aliada do governador Pedro Taques (PSDB), que tem como líder um membro do Democratas (DEM), o deputado estadual Dilmar Dal Bosco, e com as filiações já acertadas de outras lideranças como o deputado federal Fábio Garcia, o ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes, e os deputados estaduais, Eduardo Botelho e Professor Adriano, o DEM tem capacidade de disputar a eleição deste ano em qualquer cargo. 
Esta é a avaliação que o ex-senador e atual secretário de Assuntos Estratégicos de Várzea Grande, Jayme Campos, faz do atual cenário, em que ele mesmo é apontado como forte candidato.


“Vamos fazer agora essas filiações, vamos fazer depois os arcos de aliança. Hoje, o Democratas ainda está na base do governador Pedro Taques, obviamente tem que ser feita a composição, mas tem que ser clara, natural, na medida em que o compromisso que o Democratas fez com o governador Pedro Taques foi na eleição de 2014 e está se expirando seu mandato agora em 2018”, disse.

“O DEM tem cacife hoje, musculatura suficiente pra enfrentar qualquer cargo aqui, mas a visão é ver primeiro a composição política, às vezes, você tem que abrir mão até de um projeto pessoal seu em função de um grupo político”, Com mais de 30 anos de experiência política, vários mandatos e oriundo de berço político, Jayme destaca que é preciso "dar tempo ao tempo”, afirmando que as candidaturas apenas serão definidas após o prazo de 7 de abril, após o término para as filiações partidárias quando serão formados os arcos de alianças. Diante disso, sugere, como já fez anteriormente, que o Democratas pode romper com o governador Pedro Taques.


JL Siqueira/ALMT

Dilmar Dal Bosco

Conforme o deputado Dilmar Dal Bosco apontou em entrevista à Rádio Vila Real FM, com os nomes de Jayme Campos e Mauro Mendes à disposição, existe a tendência de que uma disputa interna ocorra entre ambos na tentativa de sair candidato ao cargo de governador.

Na entrevista, Dilmar também citou a “musculatura” do partido, que não quer ser “coadjuvante” nesta eleição e deve escolher, no próximo dia 8 de março, quem entre Jayme e Mendes será candidato ao governo e quem ao Senado, reforçando a posição de Campos da autossuficiência do partido para lançar seus próprios nomes aos cargos mais importantes. 

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