22/11/2017 às 10:44h
Empresário nega crime e quer responder solto

Keka Werneck/GD


Reprodução/Gazeta Digital

Advogado não informou paradeiro do acusado

Foragido há 2 semanas, o empresário Guilherme Dias de Miranda, 34, apontado como mandante do assassinato do personal trainer Danilo Nascimento de Souza Campos, 28, alega que não se entrega porque está esperando laudo balístico das munições apreendidas nas investigações para que seja confrontado com as imagens de um circuito de segurança no bairro Jardim Cuiabá, na capital, que captou as cenas do crime, dia 8 deste mês, em frente à academia onde Danilo trabalhava. Ele foi abordado por 2 homens e levou mais de 3 tiros.

O empresário Guilherme, contra quem tem mandado de prisão temporária em aberto, é marido de uma aluna do personal.



Reprodução Facebook

Danilo era personal trainer

Danilo era de Várzea Grande, filho do vereador Nilo Campos (DEM), mas trabalhava em Cuiabá.

'Emocional abalado'

As informações foram repassadas ao Gazeta Digital pelo advogado Marcelo Felício Garcia, que está fazendo a defesa de Guilherme.

"Meu cliente está com o emocional abalado com tantas acusações e nega sim autoria do crime, por isso vamos esperar o laudo balístico e mais diligências, porque ainda estão em andamento", diz o advogado.

Chico Ferreira/A Gazeta

Laudo de balística é aguardado

O advogado refuta também, ainda a pedido do cliente, que o carro que passou em frente à academia, minutos após o crime, um Honda Civic, seja o de Guilherme.

Sobre o paradeiro do empresário, se está na cidade, no interior ou fora do Estado, diz que não pode comentar.

"Depois das investigações avançarem mais, vamos pensar na possibilidade dele se entregar", resume o advogado.

A intenção, segundo ele, é esperar ter mais dados para que o cliente responda à ação criminal em liberdade. "Ela não quer responder preso e nem tem por que, a companheira dele está colaborando, ele também pode colaborar", comenta.

Marcus Vaillant

Delegada Alana conduz inquérito do caso

Investigações

A delegada Alana Cardoso, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), conduz o inquérito do caso.

O vereador Nilo está inconformado com a morte do filho e diz que vai cobrar que pague pelo que fez.

O advogado Marcelo reclama que o cliente dele está se sentindo ameaçado por diversas pessoas e confirma que o Honda Civic que teria sido visto nas imagens está em posse dele.

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