30/05/2017 às 01:05h
Cuiabano cria aplicativo para portadores de HIV
Silvana Ribas/GD

Cuiabano está entre os criadores do aplicativo Posithividades que vem para ajudar portadores do HIV e será lançado em junho, em São Paulo. Já em fase de testes, conta com a participação de Júnior Abranches, 28, analista desenvolvedor de sistemas, que mora em Cuiabá.

Entusiasmado com a receptividade do aplicativo, mesmo antes do lançamento, lembra que foi chamado pelo idealizador do programa, o administrador Lucian Ambrós, via redes sociais. Além dele, o publicitário Ricardo Kawaki e a estudante de administração Vanessa de Castro integram a equipe que deu vida ao aplicativo.

Mesmo sem ter previsão de retorno financeiro a curto prazo, a empolgação é natural com a receptividade que vem sendo percebida, através da página no facebook e pelo site, com milhares de acessos em pouco mais de 45 dias de divulgação.

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Cuiabano e 3 catarinenses estão a frente do projeto.

Dos envolvidos, apenas Júnior mora fora de Santa Catarina e os encontros e as discussões tem sido via chat. Devem se encontrar agora em São Paulo, para o lançamento no dia 15 de junho. Acontece durante a programação da semana e da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, que acontece no dia 18 de junho. No ano passado o evento reuniu mais de 2 milhões de pessoas na capital paulista.

O aplicativo veio para dar apoio para pacientes que se descobrem portadores do HIV e ficam sem chão. Lá, mediante um cadastro ele terá acesso a informações médicas, publicações sobre o tema. Por meio de um chat do próprio aplicativo poderá trocar informações e experiências com pessoas que enfrentam o mesmo drama. Mas o acesso não está restrito aos portadores e qualquer pessoa que se interesse pelo tema e queira contribuir, pode baixar o aplicativo e interagir.


Pelo chat, mesmo no anonimato, poderá tirar dúvidas e ter acesso a informações sobre clínicas, hospitais e novos tratamentos. 
Júnior lembra que ao descobrirem que estão com HIV, muitos pacientes se isolam e por medo do preconceito, sofrem calados e deixam se informar e buscar ajuda. Atitude pode levar a depressão e até ao suicídio.

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