30/05/2017 às 12:03h
CBF agora diz que reservas não podem comemorar de forma 'excessiva' gols e usa gesto obsceno para justificar

"Por invadir o campo de jogo para comemorar após o gol da sua equipe".

Foi esta a justificativa do árbitro baiano Jailson Macedo Freitas para dar um cartão amarelo ao meia Thallyson, do Sport, aos 19 minutos do segundo tempo durante a vitória por 4 a 3 sobre o Grêmio, na Ilha do Retiro, pelo Campeonato Brasileiro.

O jogador estava no banco de reservas e foi advertido após o segundo gol rubro-negro, anotado por Matheus Ferraz, que naquele momento empatava o jogo. Ele acabou entrando na partida no lugar de Osvaldo já aos 37 minutos da etapa final.

A atitude do árbitro, porém, está respaldada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que no último 11 de maio avisou da medida em seu site.

"Jogadores substitutos, substituídos e membros da comissão técnica podem comemorar o gol, porém as comemorações não podem ser excessivas e os mesmos não estão autorizados entrar no campo de jogo", explicou a entidade.

"Se um oficial da equipe, um substituto, um jogador expulso ou agente externo entrar no campo de jogo, o árbitro deve: interromper o jogo, mas apenas se houver interferência no jogo; ordenar sua saída do campo de jogo na primeira paralização; tomar as medidas disciplinares apropriadas (no caso de jogadores substitutos e substituídos serão penalizados com cartão amarelo. No caso de um oficial da equipe (comissão técnica) será penalizado com expulsão)".

"Os jogadores substitutos e comissão técnica que invadirem o campo de jogo para comemorar um gol serão punidos", garantiu a CBF.

O lance para exemplificar a nova diretriz está disponível em seu site: após um gol do Criciúma, vários jogadores foram comemorá-lo e invadiram o campo para encontrar o autor do tento. Um dos atletas se exaltou e colocou a mão sobre seu órgão sexual, mostrando-no em direção à torcida adversária.

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