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Quinta Feira, 27 de Abril de 2017
Geral
06/04/2017 - 09:45h
Acusado de pagar mensalinho, Maggi afirma que denúncia de Riva não tem relevância
O independente.

Segundo denúncia, Maggi teria pago R$ 37, 5 milhões a parlamentares para conseguir apoio em votações de projetos.

O atual ministro da Agricultura e ex-governador Blairo Maggi (PP) voltou a negar participação no suposto pagamento de mensalinho a deputados estaduais durante os anos de 2005 a 2009. A denúncia veio à tona no reinterrogatório do ex-deputado estadual José Riva, prestado na última sexta-feira (31) à juíza Selma Rosane Arruda, na 7ª Vara Criminal.

Na ocasião, ele entregou uma lista com 32 nomes de atuais e ex-deputados estaduais que, segundo ele, recebiam mensalinho de ex-governadores em troca de apoio no Parlamento, em votações de projetos de interesses do Executivo.

Em entrevista à Rádio Capital na manhã desta terça-feira (4), Maggi afirmou que a denúncia de Riva, envolvendo seu nome, não tem relevância.

“Eu nunca participei, portanto, para mim isso é um assunto que não tem relevância porque não foi discutido comigo”, respondeu Maggi.

Segundo a denúncia do ex-deputado, o suposto esquema teria perdurado nas gestões do falecido Dante de Oliveira (PSDB), passando pelo governo do atual ministro da Agricultura Blairo Maggi (PP) até o final da gestão de Silval Barbosa (PMDB). Somente Maggi teria pago R$ 37, 5 milhões em propinas aos parlamentares da época.

“Eu pesquisei e acabei buscando alguns números interessantes. Quando eu assumi o Governo em 2003, o orçamento que a Assembleia Legislativa tinha no Governo anterior que era de R$ 153 milhões e foi reduzido para R$ 122 milhões, ou seja, 26% a menos”, defendeu o ex-governador de Mato Grosso.

Maggi afirmou ainda que durante sua gestão fez apenas um repasse a mais aos poderes e que em todo o período que foi governador, o orçamento da Assembleia Legislativa de 2002 a 2010 teve um incremento de 29% do inicial para o final enquanto o Tribunal de Justiça teve acréscimo de 250% e o Ministério Público de 300%.

“A única coisa que passamos a mais neste período para todos os poderes e órgãos auxiliares foram para algumas obras. O Tribunal de Contas construiu uma sede nova, foi dinheiro a mais, porém, estava dentro do orçamento deles. O Tribunal de Justiça construiu uma sede nova e o Fórum da cidade. O Ministério Público construiu a sua sede. Todos os poderes receberam recursos a mais para suas obras”, explicou.

O ex-governador também fez questão de jogar a responsabilidade para cada setor responsável pelas suas gestões. “Cada um dos poderes faz seu orçamento em um determinado período do ano. Depois requisita ao Executivo que ele irá fazer investimento, gastar com folha [de pagamento] e isso compõe o orçamento, que, depois, é executado por cada um dos chefes dos poderes ou órgãos auxiliares”, apontou o progressista.

Blairo Maggi afirma está tranquilo e, a partir de agora, só precisa “aguardar o desenrolar para ver como as coisas vão andar”.



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