07/03/2017 às 10:59h
Executivo e vereadores vão cobrar resolução do governo do Estado para o hospital regional


Autor: Angela Fogaça
FOTO - Assessoria/Lazaro Nunes Assessoria




O prefeito Noboru e o vice-prefeito, Massahiro Ono se reuniram  ontem (6) com os 13 vereadores do município para debater a problemática do hospital regional, que está em vias de uma nova paralisação dos médicos em virtude do atraso no salário, que já somam quatro meses.

A questão tem preocupado bastante as autoridades locais. O vice-prefeito explicou que a reunião foi solicitada pelo Executivo. “Fizemos um relato de toda a problemática envolvendo o hospital regional e também em relação ao processo de transição para o consórcio de saúde. Todos colocaram suas preocupações e relatamos em que patamar está esse entendimento com a secretaria de Saúde de Estado”, disse ele.

Ono ressaltou que percebe certa morosidade no processo mas que a administração vai continuar. “Vamos para o enfrentamento porque sabemos da importância do hospital regional para a nossa região e não vamos desistir. Existe uma previsão de que o governo do Estado vai quitar os salários atrasados nesta terça-feira e vamos esperar essa resolução”, apontou. Segundo ele, é primordial que se pague os médicos e fornecedores.

O prefeito Noboru disse que ficou definida uma ida do prefeito e vereadores a Cuiabá para ter um diálogo com o governador e secretário de Saúde para cobrar uma solução para o pagamento dos médicos de forma que o hospital não venha a entrar em greve novamente.

Quanto à transição, foi elaborada uma carta de intenção para ser levada ao governador Pedro Taques e a partir daí iniciar os trabalhos de transição no hospital regional. “O compromisso firmado com o governo do Estado foi de que ele iria acertar todas as contas pendentes e entregar o hospital sem dívidas, isso é essencial. Nós não assumiremos o hospital pelo consórcio, sem o governo quitar a dívida que tem”, afirmou.

Noboru ressaltou que o governo não tem cumprido com o vencimento dos profissionais que tem trabalhado na unidade e isso causa muita preocupação. “Estamos assumindo um compromisso que na realidade não é do município de Colíder. Mas queremos colaborar porque sabemos que a população atendida é a de Colíder, é da região. Mas não podemos assumir com o passivo financeiro existente”, afirmou.

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